terça-feira, 30 de novembro de 2010

Manual para ler este Blog

Certas interpretações de alguns posts deste site já me levam a criar um pequeno manual para que você, caro amigo, possa lê-lo. Ao entrar neste cenário, por favor, dispa-se da arrogância. Não queira tergiversar sobre o que está lendo. Leia o que está explicado aqui e não faça terra arrasada. Não faça interpretações além do que está escrito em determinado post. Um exemplo clássico ocorrido no post de ontem: como pode alguém que nunca me viu afirmar que não consigo conquistar mulheres pelo simples fato de me vestir mal? Sendo que sempre estou bem arrumado, no estilo social. Tudo bem que, por vezes  (ok, muitas vezes), a cinta não combina com a cor do sapato, mas é apenas isso. Fecho parênteses e retomo o tema deste guia de primeiros socorros dos meus amáveis leitores.
Seja humilde em tomar para si certas críticas escritas aqui. Elas apenas são a reprodução da opinião deste domador de palavras, ainda que seja desajeitado. Não pense que meu marketing em causa própria faz bem somente para mim. Quero que ele se reflita em sua vida e que também você a veja mais colorida. Por isso, as alegorias que às vezes uso aqui tente colocar em prática na sua vida. Você aí, rapaz, que tem uma esbelta moça morena, loira, ruiva, etc, a trate muito bem. Digamos que sinto uma inveja branca virtual do casal. Mas este post não tem o objetivo de ficar bajulando ninguém. Portanto, voltemos ao tema.
Aqui jaz apenas um rapaz brasileiro e gaúcho querendo provar por A mais B suas razões para acreditar no casamento e, claro, mostrar que é um “partidão”. Também acho que lendo este site a futura namorada poderá se dar conta do maridão que ela terá ao seu lado pelo resto da vida. Não, não é egocentrismo. É apenas conclusão de alguém que se conhece muito – tantos suas virtudes como os defeitos (ainda que sejam poucos), claro.
Há quem já me confidenciou que a maior virtude deste Blog é que, ao fim de cada post, o leitor não sabe se o que escrevo é falso ou verdadeiro. Ora pois, vamos tirar isso a limpo: o que preencho nestas malfadas linhas é apenas aquilo que sou. Se você chama de orgulho o que entendo por conhecimento próprio, reveja seus conceitos. Se você acha que tenho algo contra os gordinhos, tire seu time de campo, pois agora confidencio: o melhor dos meus amigos é um peso-pesado.
Que todos vocês, leitores (e as leitoras, principalmente), sejam bem-vindos. Não há alegria maior do que compartilhar com todos a luta deste apaixonado que está à procura de um grande amor. Fico ainda mais contente com o auxílio que as leitoras têm me proporcionado ao me pautarem com temas que acham interessantes. Sim, este Blog é interativo. Deixe seu comentário, crítica ou opinião. Já antecipo, aliás, que nesta quarta-feira sairá do forno um post sobre príncipes encantados (e princesas, obviamente), fruto de um pedido feito por uma leitora voraz deste espaço. O motivo é que ela passou a acreditar na existência de príncipes encantados depois que conheceu este Blog! E se faltar algo aqui, a tecnologia ajuda a atualizar rapidamente!
Regras postas, só tenho a dizer que todos vocês venham ser felizes aqui neste cantinho virtual. A champagne (a legitima francesa, claro) é por minha conta!

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Traído por um vestido

Começo este post com um conselho para as futuras esposas: por favor, permaneçam, durante a vida de casadas, tão ou mais bonitas quando eram noivas. Peço encarecidamente que continuem se vestindo como princesas mesmo que estejam velhinhas. Este meu pedido em favor da aparência feminina esconde, na verdade, uma decepção que tive no passado.
A cena se deu justamente no casamento de um dos meus primeiros amigos que abandonaram a solteirice. Estava lá eu na mesa com outro dos melhores amigos e eis que sou apresentado à moça. Tivemos de jantar juntos. O rosto – atenção: a primeira parte do corpo que me atenho – era lindo (aliás, continua belo). Ela tinha um bom papo, ainda que fosse pedagoga. Sim, pedagogas e psicólogas são profissionais difíceis de lidar – pra casar então!
Até que nos levantamos para nos servir. Não notei muito como estava vestida, pois ainda estávamos nas conhecidas preliminares (do conhecimento, claro). Para encurtar este post – e a história – somente fui vê-la mais detidamente quando estávamos indo embora. Então notei que aquele vestido não caia bem naquele corpo escultural. Não consegui fazer uma análise mais detida do conjunto todo que, aliás, não ia pesar muito na avaliação já que me detenho em outras características como vocês bem sabem. Mas não pude fazer nem isso. Meu amigo mandou um torpedo minutos depois: “Gostou da Fulana de Tal?”
Nada respondi. Encontrei novamente com ela nesse ano. Vestida totalmente diferente. Depois diz que moda não tem importância. Foi minha vez de devolver o torpedo. A resposta foi que ela já estava namorando. Soube agora que ela se casará no começo de dezembro. Que diferença uma roupa não faz. Eu que o diga, pois fui traído por um vestido.

domingo, 28 de novembro de 2010

Eu voltei

Resolvi dar uma passadinha aqui somente para dar um alô a todos os meus seguidores e leitores deste Blog. Este Domingo me dedico a procurar apartamento para comprar aqui pelo Bom Fim, ali no Rio Branco ou mesmo no Centro, quem sabe.  Afinal, como sabem, quem casa quer casa. Nesta segunda não percam a história de como fui traído por um vestido. No dia seguinte conto como ler este Blog. Na quarta saibam quais são as coincidências entre mim e o Príncipe William. E na quinta ficarei de joelhos. Sim, me aguardem!

sábado, 27 de novembro de 2010

Sábado e Domingo

Darei uma folguinha para vocês neste final de semana, leitores. Na segunda-feira já postarei novos e instigantes posts.

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Quanto vale um casamento – II

Trato agora da festa propriamente dita. Bem, novamente dois oceanos separam o evento mais caro do mais barato. Na ponta, por R$ 5 mil, se faz uma boa festa. No extremo oposto, o fato mais importante da noite para o casal precisará de R$ 36 mil.
O Buffet, claro, é o que toma mais dinheiro. Aí vai depender muito do que o casal quer no cardápio. Bebida conta muito também. Mas sugerem os entendidos que é bom comprá-las nos distribuidores especializados, pois pode sair mais em conta. Há duas razoes: eles cobra menos e só se paga pela quantidade consumida. No entanto, se for alugado um restaurante, a bebida terá de ser aquela oferecida. Em contrapartida é 30% mais em conta do que fazer em um clube, por exemplo. Sobre bebidas, ainda: como tenho bons relacionamentos com vinícolas, não será problema obter ótimos vinhos e espumantes para a grande noite. Por isso não vou seguir a dica dada por especialistas. Eles afirmam que substituir espumante por Prosecco pode ser 300% mais barato.
Outra dica para baratear é casar-se pela manhã! O motivo é que um brunch custa até 40% menos do que um jantar. Ok, depois o casalzinho vai à tarde curtir um parque de diversões? Melhor não. Nada substitui a cerimônia noturna. Nessa não vou cair. Os entendidos no assunto ainda indicam que se faça um bolo pequeno, pois nenhum convidado comerá mais do que uma fatia. Bom, aí vai depender de nossa lista de convidados.  Vai que (como diz o @magrolima lá no Twitter) a maioria de nossos casais são formados por aquela moça bonita acompanhada de um gordinho?
Tem ainda a Lua de Mel, sure! Se for para o Nordeste custará algo em torno de R$ 3 mil. A não ser que ela queira passar em Imbé, mas não serei eu que levantarei esta bandeira. Em Cancún o preço duplica. Para o Taiti se gastará o triplo. Mas como magrinho – e previdente – poderemos usar as milhas aéreas. Tenho aproximadamente 70 mil hoje. Ao final, nem vai precisar do terceiro post sobre o custo do casamento que, convenhamos, não é tão caro assim! Oferecer a mais bela cerimônia para a mulher mais linda do mundo não custa nada. Valerá sim muito esforço e suor replicar tamanha felicidade na rotina diária. Não abrirei mão desse esforço de maneira alguma, pois vê-la feliz não tem preço. Para todas as outras existe aquele famoso cartão. Aliás, tenho três deles na carteira.

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Quanto vale um casamento – I

Em uma conversa no MSN com a possível futura namorada não é que surgiu o tema do casamento? No papo tomou forma o valor de uma festa de casamento. Prometi para ela que escreveria um post aqui sobre o assunto. Como vocês sabem, tenho como virtude cumprir promessas e aqui está mais uma sendo finalizada.
Afinal, quanto custa casar? Um amigo meu já sentenciou que o evento custa a bagatela equivalente a de um bom carro zero-quilômetro. O dele, pelo menos,alcançou este preço. Encontrei três níveis de custos desde uma cerimônia mais simples até a mais sofisticada. Bem, a mais humilde custaria em torno de R$ 10 mil. A mais charmosa bateria no teto de R$ 70 mil. A intermediária chegaria a R$ 30 mil.
Algo me chamou a atenção logo de cara – e isso só converge para aquela minha tese de que mulheres devem ser reverenciadas por nós, homens. A diferença de preço da roupa do noivo para a da noiva é dez vezes. O fraque custa R$ 1 mil aproximadamente. O vestido da princesa não sai por menos de R$ 10 mil.
Mas para mim o mais importante é a cerimônia nupcial da igreja. A festa é importante, mas fica em segundo plano. Eu quero ter até coral que cante algo em gregoriano. A cerimônia na igreja, dependendo do que se quer, sai tanto quanto o vestido da noiva. Somando-se a preparação e o ato religioso lá se vai um terço do investimento. Lembro que os cálculos são feitos tendo por base 200 convidados. Como tenho família grande, acho que isso só cobre minha parte de parentes!
Ah, também quero que na homilia o padre, assim como fez com meu compadre, faça uma relação com o vinho. Bem, nesta sexta vocês acompanharão a segunda parte deste post. Talvez ele ganhe até um terceiro capitulo, pois descobri que há formas de se baratear o casamento! Uma delas já adianto aqui: é criar um site de forma que os convidados possam confirmar sua presença. Dizem que contratar uma agência especializada pode custar R$ 3 mil. Mas eu, que gosto tanto da pessoalidade, prefiro rechaçar postura tão fria. Não, não haverá maior satisfação que, em um jantar, retribuir o gesto ao meu compadre convidando-o também para ser meu padrinho. Portanto, anjo, feche sua agenda por uns seis meses para que consigamos fazer os convites pessoalmente.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

O amor na balança

Tenho plena convicção de que essa dúvida que me assalta diariamente já passou pela sua cabeça, caro leitor. E hoje escrevo para os homens magros que degustam este Blog. Qual é a tese que explica o alto percentual de gordinhos que namoram mulheres esbeltas? Basta você olhar para o lado aí no seu trabalho ou mesmo visitar um shopping Center em qualquer hora do dia. Ali vão, de mãos dadas e fagueiros, uma moça magra, por vezes alta, muito bonita, e um rapaz frequentemente mal vestido e bem acima do peso. O fato, presenciado aqui em Porto Alegre, pode ser visto em qualquer lugar do Brasil e do mundo, acho.
Imagino que as mulheres vejam neste tipo de homem um sinônimo de segurança. Além do físico avantajado para protegê-las, elas devem pensar que nunca passarão fome. Afinal, a exuberante barriga do par dita prosperidade. Um amigo já me confidenciou sua tese particular. “É que os gordinhos não traem. As meninas se sentem mais seguras com eles”, me disse ao pé do ouvido. Ok, a teoria é dele, não minha. Acho, na minha humilde opinião, que só o amor explica a união dos extremos da balança.
 Obviamente que devo aqui lançar um manifesto a favor de nós, magrinhos. Quem ama naturalmente protege seu par. Não será o físico que determinará, portanto, esta característica. Comida na mesa não faltará, com certeza. E prosperidade por prosperidade sou mais adepto do equilíbrio. Afinal, o que melhor do que um par magrinho que saiba saborear um prato de entrada , além do principal, sem ver aquele alimento como um fim em si mesmo? Nós, magrinhos, sabemos o valor de um bom prato colorido de salada antes do prato principal. Pode até ser um cordeiro acompanhado de massa. Mas ali na mesa também estará exuberante uma garrafa de vinho. Sim, sabemos (pelo menos eu sei) que um pouco de antioxidante elimina aquela quantidade de gordura que venhamos a comer.
Ia me esquecendo de comentar o medo da traição. Fiquem calmas, meninas. Eu nunca traí nem trairei. Falo por mim, claro, e assim já tranqüilizo minha futura namorada. Sei que, no fundo, os magrinhos chamam a atenção de vocês, mulheres. Dêem uma chance para os peso-penas da próxima vez. Do contrário, talvez até vocês possam se sentir mais seguras perto dos gordinhos, mas depois verão quanta falta fará o constante equilíbrio que nós, magrinhos, sustentamos. Ah, a quem interessar possa: peso 67 quilos aproximadamente.