terça-feira, 12 de abril de 2011

Gentilezas

A mais nova descoberta dá conta que pessoas gentis são mais felizes. Novamente afirmo que não seria necessário investir alguns dinheiros para concluir isto. Já faz alguns dias que foi publicada esta matéria. Bem, só tenho a dizer que gentilezas são o fio condutor da humanidade.
Se não formos dóceis como seriam nossas vidas? Nem mesmo nós nos agüentaríamos, concordam? No relacionamento entre namorados, então, a troca de gentileza é algo fundamental. Mas não vou escrever mais o que penso do assunto para vocês. Depois  conto como ando aplicando minha gentileza com a futura esposa. #vemserfeliz

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Gracianetes

Na quinta passada criei mais uma instituição para a Campanha Pra Casar. Sim, uma instituição, pois marcas indeléveis como a que estou deixando são merecedoras de tal palavra. Se tratam das “Gracianetes”. São aquelas moças, que por estarem impedidas de me namorar, pelo menos querem o meu bem.
Elas torcem diuturnamente pelo meu sucesso. Quase todos os dias perguntam no MSN se encontrei a pessoa certa. Sim, esta é a razão pela qual sempre estou invisível ali. Basta me chamar. Estarei ali. Bem, agora que não é mais segredo vejo que não terei descanso. Fechado os parênteses que nem avisei que abriria, voltemos ao tema deste texto.
São garotas de todos os tipos. Das mais bem-vestidas até as mais exageradas. Das inteligentes às incultas; das desconhecidas às amicíssimas; das mais jovenzinhas às maduras. Enfim, todo o público feminino adere esta campanha. Não sei o que farão quando eu apresentar aqui a futura namorada. Me pergunto se a elogiarão ou, ao contrário, invejarão aquela que será, para mim, a menina mais linda do mundo. Afinal, Gracianete que se preze está sempre de olho. Basta uma oportunidade aparecer. Bem ao estilo do seu criador.

domingo, 10 de abril de 2011

Jogo dos sete erros

Quando crianças, imagino que vocês gostavam de encontrar nos gibis aqueles joguinhos. Um deles sempre apresentava duas imagens muito parecidas. A foto da direita sempre tinha sete coisas diferentes daquela mostrada no lado oposto. Meus amigos querem me fazer crer que na vida amorosa também existe o jogo dos sete erros – mas as regras são bem diferentes do que apenas circular onde a discrepância aparece.
De acordo com eles, devo desistir de procurar a mulher ideal. Aliás, a garota ideal para eles é aquela que eles primeiro observam na rua, pode? A tese deles diz que eu devo me preocupar em encontrar as mulheres erradas mesmo. Assim, afirmam, conhecerei várias, terei muitas experiências e saberei diagnosticar com precisão aquelas que só querem me enganar. E mais: com tudo isto, sairei ganhando, pois poderei ganhar mimos e depois largá-las sem dar nem mesmo explicação.
Bem, eu prefiro acertar o alvo de vez. Afinal, é preferível ser solteiro e desejar estar casado, a estar casado e desejar estar solteiro (como algumas mulheres que conhecem minha Campanha e estão, sim, arrependidas). “Mas se você descobrir depois que é a errada?”, insistem. Isto não acontecerá. Nos conheceremos pelo menos por dois anos antes de nos casar. E não ousarei pedi-la em noivado ou casamento antes dos nove meses de namoro – ainda que ela dê indiretas para que isto aconteça. Afinal, só deste jeito para a gente encontrar os sete defeitos de um e de outro. Nos resta lutar juntos, naturalmente, para transformá-los em qualidades.

sábado, 9 de abril de 2011

Web, mon amour

O matemático inglês Peter Backus descobriu que as chances de se achar um amor em bares ou festas é de uma em 285 mil. O economista brasileiro Luis Contreras usou a mesma metodologia usada por Backus e concluiu que encontrar um amor para toda vida na internet, através de um site de relacionamentos, é 42% maior – ou seja, uma em cada 200 mil.

Também pedi para um matemático fazer o cálculo especifico para este Blog. Ele cruzou número de seguidores de Twitter, Facebook, além dos acessos diários. Pois bem, a chance de eu encontrar alguém com esta campanha é de uma em cem – n vezes maior do que qualquer um dos levantamentos apresentados acima. Neste exato momento, aliás, a chance é de uma em um. Explico: meu coração bate mais forte por uma pessoa. A conheci pelo Facebook há pouco mais de três semanas. Temos nos falado bastante. Prevejo que, em breve, estaremos agendando um jantar.

Eu só quero fazê-la a mulher mais feliz do mundo. A mais linda do mundo ela já é. Quem diria que a rede mundial de computadores seria uma ferramenta eficaz para alcançar meu maior intento. Agora é aguardar que a conexão entre nossos corações se estabeleça de vez. 

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Vírgulas no lugar

Apresentei para uma colega de profissão este Blog. Ela me respondeu com uma mensagem cheia de surpresa. Uma das primeiras constatações dela foi a seguinte: “Não é que tu escreves bem? Sabes colocar as vírgulas no lugar!!!”. Agradeço, de bom grado, às palavras da minha colega. É que tanto tempo lidando com as palavras, a gente vai aprendendo a domá-las.
Assim tem acontecido com as vírgulas – estas que aprendi a colocar no lugar. Também sei que não se separa sujeito do verbo. Sim, aprendi isto desde pequeno e a mocidade só me fez ver que hoje é indissociável para mim a separação entre eu e o verbo “amar”. Enfim, na gramática fica tudo em seu lugar.
Só meu coração que teima em não ficar no lugar. Por isto, mais do que nunca, luto para colocar um ponto final nesta Campanha Pra Casar. Na verdade, estou em compasso de espera aguardando que uma pretendente troque seu ponto de interrogação por um de exclamação.  Deste jeito, não serão apenas as vírgulas que ficarão em seu lugar, mas meus sentimentos também.  

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Mentiras e verdades

Fabrício Carpinejar, o poeta virtual destes novos tempos, conseguiu resumir o intento deste Blog no noite do dia 30 de março passado. Ele simplesmente afirmou que é “fácil seduzir com mentiras. Conquistador mesmo seduz com a verdade”. Em homenagem à tamanha veracidade, este texto será bem curto – não tão curto como um post de 140 caracteres, claro.
Sempre, aqui, eu disse a verdade. Todos os sonhos aqui contados são repletos de transparência, humor, perspicácia e uma grande pitada de veracidades.  Não somente os sonhos, naturalmente. Minha vida também está deslindada aqui. Deve ter muito homem contanto mentiras por aí. Parece que as mulheres andam fugindo de nós, conquistadores verídicos. Eis, portanto, mas uma verdade que parece que se impõe. Nunca foi tão difícil conquistar alguém pela verdade. Mas também nada será mais prazeroso do que esta conquista que não abro mão.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Desventuras de escoteiro

O fundador do escotismo, Baden-Powell, ensinava que “o escoteiro sorri na desventura”. Não, nunca pratiquei escotismo. Nunca armei barraca. O máximo que fiz foi subir montanhas na Serra Gaúcha. No entanto, esta campanha iniciada em novembro do ano passado me faz membro de uma escola incomparável: aquela dos amantes incondicionais, uma espécie de escotismo em nome do amor.
Não há manual de escotismo que traga normas de como se aventurar pelas íngremes corredeiras da paixão. Não é a toa que cometo tanto deslize. Como vocês bem sabem, já enviei flores e me mandaram às favas. Presenteei com ursinho e se esqueceram de mim. Fiz poemas e fui enviado à masmorra do esquecimento. Entreguei-me e fui oferecido aos leões ferozes do ódio. Enfim, dei tanto e recebi tão pouco ou quase nada.  
Mas estou aprendendo, aos poucos, a lidar com a selva que, por nada, é indicada no dicionário como substantivo feminino.